Fantasma de biblioteca

Oi, pessoal! Bah, já tem um tempinho que eu não escrevo, hein? Acho que uns 10 dias… Bom, o que aconteceu nesses dias: fiz 21 anos (no coments), li bastante, fiz minha prova do grau B na faculdade e… Só. Não tenho muito o que contar, apenas um sonho estranho que tive essa noite que me fez ter umas ideias malucas. Sonhei que encontrei um fantasma na biblioteca. Era uma menina, mais ou menos da minha idade. No começo, eu tive bastante medo dela, porque ela era meio demoníaca, triste e rancorosa. Mas eu não corri embora. Fiquei e conversei com ela. E durante vários dias eu voltei à biblioteca para vê-la. Conforme eu ia conversando/escutando, a aparência dela começou a melhorar, até que ela ficou da mesma forma que ela era como humana, uma menina normal. Pois é, do nada, eu tinha uma amiga que era um fantasma que assombrava a biblioteca. Sério, quando eu acordei (uma meia hora antes do despertador tocar) mil coisas vieram a minha cabeça: será que quando eu morrer eu vou ser um fantasma de biblioteca?? Será que existem fantasmas atormentados zanzando por aí? Que tipo de pessoa acabaria tendo sua alma aflita posicionada nos corredores de uma biblioteca? Escritores? Leitores vorazes? Bom, foi só um sonho. Mas admito, me deu uma vontade de passar na biblioteca e ver se eu não acho alguém por lá!

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Hoje

Hoje eu estou me sentindo estranha, meio amedrontada, meio inquieta. Não sei pq, mas não estou vendo as horas passarem hoje… Queria tanto ler meu livro, mas cada vez que olho para o relógio (achando que no máximo uns 10 minutos se passaram) descubro que uma hora, uma hora e meia, já voou e eu nem percebi. Sei que várias pessoas gostam de ver o tempo passar rápido e de logo se verem em casa, à noite, se preparando pra dormir. Mas eu não gosto. Quando isso acontece sinto como se tivesse perdido o dia sem ter feito nada de útil, como se tivesse ficado vegetando. Estou me sentindo bem aérea. Acho que hoje à noite (pra ver se eu me acho) vou começar a ler “O Destino do Tigre” e vou olhar alguns episódios de “The Vampire Diaries”. Bom, eis um post inútil (pra combinar com meu humor), hein? O.o

Não fazer nada e Um ótimo livro

Me lembrou tanto o Mogly...

Me lembrou tanto o Mogly…

Olá, pessoal! Como vão todos? Hmm… Nada de comentários, hein? Bom, tudo bem, faz parte. Mas vamosimages ao que importa. Antes de qualquer coisa, deixem-me explicar o porquê do título. Quando digo “não fazer nada”, não me refiro ao fato de ficar deitada olhando para o teto e vendo as horas passar. Na realidade, hoje (dia em que eu não estou fazendo nada) até que está sendo um dia recheado de atividades. Hoje, já trabalhei, comprei um livro, almocei, li umas 150 páginas e visitei vários blogs e sites. Ainda hoje, pretendo jantar fora, ir ao cinema, ver alguns episódios de Vampire Diaries e terminar um ótimo livro que estou lendo.  Então, vejam só, quando digo “não fazer nada”, quero dizer que não estou fazendo nada que realmente precisava fazer, como: leituras e trabalhos para a faculdade. Mas, quer saber, sábados são feitos para isso, certo?


livraria 010Quanto ao ótimo livro que estou lendo: “UMA VIDA INTERROMPIDA: MEMÓRIAS DE UM ANJO ASSASSINADO“, de Alice Sebold. Algum de vocês já viu aquele filme, “Um Olhar do Paraíso”? Pois é, ele é inspirado nesse livro, que é  muuuuuito triste e muuuito bom. São as memórias  póstumas de uma menina que, com apenas 14 anos, foi estuprada, assassinada e esquartejada. A personagem, Susie, conta tanto o momento do ataque e da sua vida antes dele, quanto suas experiências após sua morte, no céu. Ai, o livro é lindo! Ainda não acabei, estou mais ou menos na metade dele, mas estou simplesmente adorando. A escrita é tão fluída, tão simples, tão cheia de emoção… É tudo tão comovente. Sério, foi um grande erro lê-lo durante o trabalho, pois várias vezes queria chorar pela Susie e pela família dela e tinha que me segurar. Bom, deixo a dica pra vocês, mas já aviso desde agora: é bem triste. Mesmo.

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Besteiras

chuva-81Bom dia, povo. E aí, como vai a sexta-feira de todos? A minha vai bem… Mas devo admitir que, hoje, estava com vontade de ter um dia… Perfeito, sabe? Um dia perfeito pra mim seria: acordar bem descansada, estar chovendo (ou nevando, se eu for sonhar alto) lá fora, tomar um belo café da manhã (com direito a chá, chocolate quente, pães de queijo, ovos, mingau, cupcakes e bacon), tomar um banho de banheira enquanto leio um livro bem legal, me vestir com um pijama bem macio, passar creme Victoria Secrets nos pés, assistir vários episódios de Vampire Diaries, me arrumar, sair para almoçar comida japonesa com meu namorado, pegar um cinema, passar na locadora e pegar um filme que nunca vi antes (e que vai ser bom), passar na livraria e comprar um livro que quero ler há muito tempo, ir pra casa, ficar vadiando até à noite, encomendar um pizza metade camarão e matade filé com fritas, assistir ao filme que aluguei, começar a ler o livro que comprei e ir dormir escutando às músicas da rádio Continental. Esse seria meu dia perfeito. Até que é simples, né? Mas é exatamente assim que eu queria *-*

Não sei exatamente porque escrevi tudo isso… Não era bem o que eu tinha em mente hoje de manhã, mas, seguindo minha nova lógica de postagem e de escrita, só vou escrever o que tiver vontade. Sabe… Eu não me importo muito em quase não ter comentários aqui no blog (poucas vezes até hoje pessoas que eu não conheço fizeram comentários legais), mas, às vezes, eu tenho vontade de ter pessoas comentando as coisas que escrevo. Tipo, seria tão legal se, em resposta a esse post, alguém dissesse como seria SEU dia perfeito. Eu sempre tive curiosidade pra saber esse tipo de coisa. Várias vezes me pego olhando para desconhecidos e imaginando o que está passando por suas mentes, como foi a vida deles, como eles imaginam seu futuro, quais são seus sonhos. Mas, paremos com a melancolia. Afinal, com tanta coisa acontecendo no mundo, parece mesmo que ninguém mais tem muito tempo de apenas ficar jogando conversa fiada. Mas uma coisa é certa: eu gosto de jogar conversa fiada… Às vezes acho mais fiada as conversas sérias, sobre política, religião, guerra nuclear e economia, do que as sobre nada em específico. Não que os tópicos citados anteriormente não sejam importantes. Pelo contrário, precisamos deles para viver em sociedade. Mas será que tudo sempre precisa ser tão sério? Bom, acho que eu estou começando a divagar e falar besteiras. Um beijo pessoal, tenham uma ótima sexta-feira e, caso não nos vejamos até segunda, um ótimo final se semana também.

Dos sonhos que a gente tem

Este post vai ser uma confusão, estou sentindo. Por quê? Bom, em primeiríssimo lugar, por um problema de gramática. Eu adoro português, adoro regras de acentuação, vírgulas, crases, conjunções e, claro, parênteses (amo). No entanto, estou com uma dúvida em relação ao título desse post: “gente” está no sentido de “nós”, ou seja, plural. Mas “gente” é uma palavra singular. Nesse caso, coloco acento no “tem”, admitindo que o conceito de “nós” vence o do singular, ou deixo o “tem” sozinho, jogado às traças, apenas porque “gente” não tem um insignificante “s” no fim? Hmm… Eu podia até pesquisar, mas, por algum motivo que desconheço, decidi fazer uma escolha de vida ou morte sem pensar duas vezes: abandonei o “tem”. É, hoje estou me sentindo meio malvada. Não sei exatamente o porquê, afinal, eu dormi bem, o trabalho está tranquilo, nada de errado está acontecendo comigo. No entanto, cá estou eu, braba. E o coitado do “tem” que acabou levando a culpa por isso.

Subitamente, perdi a vontade de falar sobre o que eu queria antes: sonhos. Nem sei exatamente o que eu ia escrever… Londres? Milhões de livros? Um cruzeiro pela Europa? Um cupcake nesse exato momento? Não sei o que exatamente classifica algo como sendo um sonho e não apenas uma meta ou um desejo. Eu sou cheia de desejos e metas: quero comprar dezenas de livros, quero ter um conjunto de chá de porcelana, quero asssitir todos os episódios de “The Vampire Diaries” na sequência, quero uma alpargata, quero deixar o cabelo crescer, quero emagrecer, quero ter as unhas compridas, quero uma coleção completa de materiais escolares do Paul Frank, quero muitas, muitas coisas. Eu desejo muitas coisas. Mas… Sonho? Se o que realmente diferencia um sonho de qualquer outra coisa que queremos é a chance de algo acontecer, ou seja, a dificuldade de algo de fato se concretizar, não tenho tantos sonhos assim. Talvez porque as coisas que eu quero não sejam tão grandiosas, talvez porque eu sou o tipo de pessoa que fico feliz com pequenas coisas (normalmente).

Claro, não quer dizer que eu não tenha sonhos. Sonho em viajar pelo mundo, em passar um boa temporada em Londres, em conseguir colocar no papel tudo que imagino à noite, em ter um Chevette tubarão conversível cor-de-rosa, em poder comprar tudo que quero sem precisar calcular pra ver se vai me faltar dinheiro para pagar alguma conta, em conseguir colocar os fones de ouvido e sair pelas ruas correndo (por horas, como poucas pessoas fazem na vida real e várias fazem no cinema), em assistir ao “Exorcista” sem ficar com medo depois. Tudo isso… Seriam sonhos? 

Nesse caso, se um sonho é um sonho e não um simples desejo apenas por sua complexidade e pela dificuldade que tem de acontecer, o que é um desejo pra mim pode ser um sonho pra alguém? E o que é um sonho pra mim, pode ser uma simples meta para outro? Ou até… Aquilo que quero pode ser exatamente aquilo que alguma pessoa mais tem pavor? Hmm… Caso seja assim, aquelas frases feitas que dizem coisas do tipo: “nunca deixe ninguém diminuir seus sonhos”, “nunca deixe ninguém privá-lo de sonhar”, etc, não se aplicam à realidade. Pois, é bem provável que ninguém tenha as mesmas aspirações que eu. Ou seja, ninguém sabe a importância que algo realmente tem para mim. E se ninguém sabe, posso culpar alguém por não compreender tal importância? Na minha opinião, não.

Não é que no final das contas acabei falando em sonhos, e não só no “tem”? O.o

Divisor de águas

Olá a você, querido leitor, que, nesse momento, está gastando seu precioso tempo para “me escutar”. Se você já entrou no Xis Sem Maionese alguma vez, sabe que, no último ano, minhas postagens têm sido bem pouco frequentes. Motivos para isso não faltam. Quando comecei o blog, estava numa fase totalmente diferente da minha vida. Eu ainda não trabalhava, não tinha ideia do que fazer da vida e passava meus dias vendo filmes. 

Ano passado foi um ano de muitas mudanças pra mim. Um ano ótimo, onde eu pude me descobrir. Eu trabalhei em vários lugares até achar o emprego certo pra mim, fiz vários cursos que nunca vou usar na vida, descobri o rumo certo a seguir. Claro, nem tudo são flores. Graças a tamanhas descobertas, meio que abandonei o Xis Sem Maionese, que, durante bastante tempo, nunca ficava sem postagens. Durante vários meses fiquei fazendo posts esporádicos com alguma coisinha e promessas de que voltaria a escrever com frequência. Antes eu não sabia, mas agora sei que, o grande problema, não era a falta de tempo, mas, sim, a falta de inspiração.

No começo, eu escrevia  sobre cinema. Não parei de ver filmes, mas parei de ter a compulsão que eu tinha por estar a par de tudo relacionado a Hollywood. Simplesmente isso não é mais tão importante pra mim. No último ano, tenho olhado filmes por olhar, por entretenimento, por curiosidade, mas não tenho tido vontade de resenhar sobre eles. Eu tenho lido muito, muito menos. No último ano li mais de 50 livros e, pra minha surpresa, não tive vontade de comentar com ninguém sobre eles. É como se minhas impressões sobre literatura e cinema tivessem se tornado muito… Particulares. Entende? 

Eu espero não terminar com o blog, gosto dele. Aqui, estão registradas várias facetas minhas, ou melhor, várias de minhas fases, tanto as boas, como considero a atual, quanto as ruins. Espero também não parar de escrever, mesmo que esporadicamente, sobre livros e filmes de que gostei, mas, tenho a impressão de que vai demorar para eu voltar a pegar o ritmo, e ter a vontade, de me expressar sobre isso da forma que eu costumava fazer. Ultimamente tenho tido muito tempo para pensar e, nesse tempo, sinto vontade de escrever longos textos sobre coisas variadas: uma música, alguma cena de um filme pouco conhecido, uma frase de algum livro que gostei bastante… Não resenhas, sabe? Apenas considerações banais sobre algo que me aconteceu. 

Acho que, dessa maneira, mais descontraída, é que levarei o blog daqui pra frente. Quando quiser falar sobre um filme, falarei apenas o que tiver vontade, nem que seja sobre uma cena de um minuto ou sobre algum figurante que me chamou atenção. Quando falar sobre algum livro, caso tenha vontade, falarei apenas sobre a capa dele, que me chamou atenção, ou sobre alguma frase tocante. Chega de tentar fazer as coisas completinhas e, por isso, acabar não fazendo nada. A partir de agora farei de meus posts um reflexo da minha personalidade e, mais importante, das minhas vontades, sejam elas quais forem. 

Se alguém, seja quem for, chegou até o final do texto: obrigada, mesmo. Caso tenha compreendido o que aqui falei, por favor, sinta-se a vontade para voltar mais vezes e me acompanhar nessa nova fase a qual estou adentrando, a fase do “liguei o foda-se e vou escrever qualquer merda que quiser de agora em diante”. Um beijo e um abraço, e até o próximo post! 

Ói Nóis Aqui Traveiz!

Oi, pessoal! Nossa, há quaaaanto tempo, hein? Bom, vamos ao último post do ano de 2012.

Esse ano foi o mais importante da minha vida até agora. Por quê? No começo do ano, eu estava mais perdida do que cego em tiroteio, do que filho de puta em dia dos pais, mais perdida do que eu jamais havia estado.

Eu tinha 19 anos, quase 20, nunca tinha trabalhado, havia decidido largar a faculdade federal (para a qual eu havia me preparado durante quase 2 anos) e, pior ainda, não tinha idéia do que fazer do futuro.

Agora, indo pra 2013, vejo como o ano de 2012 foi maravilhoso pra mim. Eu comecei a trabalhar, fiz muitos amigos, mudei de emprego, encontrei uma área super boa pra mim, me matriculei na faculdade em um curso que eu estou louca pra fazer, adquiri minha independência, conheci novas pessoas e me redescobri.

Li muito, conheci novas coisas e termino o ano felicíssima, sabendo que saio dele mil vezes melhor do que entrei, mais madura e bem mais satisfeita comigo mesma. Sei que esse ano escrevi bem pouco no Xis Sem Maionese, mas precisei de um tempo para assimilar tudo de novo que me aconteceu.

Esse ano quero escrever mais, pelo menos uma vez por semana. E vou colocar isso como uma de minhas metas para 2013. Acho que, dos meus objetivos de 2012, o único que não consegui realizar foi fazer minha carteira de motorista (algo que preciso fazer esse ano!). Mas não tenho do que reclamar, de verdade.

Muito obrigada a todos que acompanham o Xis Sem Maionese. Espero ter contribuído em algo no dia de vocês, em algum momento. *-*

E QUE VENHA 2013!!!!

Obs.: o porquê de, no último post, algumas carinhas terem aparecido e outras não é um mistério pra mim.