SÉRIES!

Ontem à noite (ou melhor, hoje de madrugada), eu fiquei até às duas da manhã assistindo “The Vampire Diaries”. Bah, esse negócio de se viciar muito em uma série “é o melhor dos tempos, o pior do tempos”. Realmente, é muito legal conhecer e se apaixonar por uma série. Não digo simplesmente gostar de assistir uma, olhar de vez em quando um episódio, etc. Não. Me refiro ao vício, à obsessão; a olhar metade de uma temporada em um dia; a achar que conhece os personagens melhor do que eles mesmos; a torcer, chorar e rir; e claro, acima de tudo isso, a temer o inevitável: ou seja, chegar ou ao final da série (para o caso de se apegar a uma série depois de ela já ter deixado de existir) ou ao tempo real da série, onde se precisa esperar uma semana inteira para assistir a um mísero episódio e meses para começar a próxima temporada. Eu já tive muitos vícios de séries nesses meus 20 anos. MUITOS. Na verdade, sempre estive envolvida, no mínimo, com uma série por vez durante toda a minha vida.

Lembro que a primeira foi Sailor Moon. Nossa, eu adorava aquele desenho. Eu tinha uns 4 anos na época, e ninguém era mais legal do que a Serena. Claro, nessa época (devido a minha pouca idade e tbm à pouca tecnologia da época) eu não podia me viciar, tinha que assistir todos dias, na volta do Jardim da Escola, a apenas um episódio junto com a minha irmã. Nem sempre era na ordem, claro. Acho que eu nunca cheguei a assistir todos os episódios, mas guardo algumas cenas (bem como a musiquinha de abertura) bem nítidas na memória. Há alguns meses eu baixei os episódios da primeira temporada e tentei assistir de novo. Não rolou. Mas sempre vou me lembrar com muito carinho de Sailor Moon.

Gente, eu ganhei essa boneca da Sailor Moon de Natal, acho que 1996, da Zeza, minha tia *-*

Gente, eu lembro que tinha várias dessas bonequinhas!! Elas eram lindas *-*

Minha infância também foi povoada com várias outras séries. Lembro que na tv aberta (como o Sbt era bom pra isso, né?) eu assistia Blossom (que mesmo depois de velha eu continuo amando), Punky A Levada da Breca, Três é Demais e Um Maluco no Pedaço. Eu também assistia bastante às séries da Nickelodeon; adorava Kenan e Kel e Sabrina Aprendiz de Feiticeira. Lembro inclusive que Kenan e Kel passava das 22:00 às 22:30 e Sabrina das 22:30 às 23:00. Eu nunca tive uma hora de dormir estipulada (meus pais nunca se ligaram muito nisso), por isso, eu mesma estipulei que minha hora de dormir era depois de Kenan e Kel e, quando eu não estava com sono ou estava com um sentimento rebelde, depois de Sabrina

Eu adorava o namorado da Blossom, o Vinnie!

Sabrina!

Eu também amava os desenhos da Nickelodeon e do Cartoon Network. Eu assistia MUITO O Laboratório de Dexter (amava a Didi), The Rugrets (era louca pela Angélica e pela boneca dela, a Cíntia. Lembro que, durante bastante tempo, eu tentei chamar tudo que é tipo de bolacha de “biscoitos”, pra me parecer com a Angélica, mas não adiantou, acho que a palavra “biscoito” nunca vai colar no Brasil), Os Thornberrys, A Vaca e o Frango, Johnny Bravo, Coragem O Cão Covarde e Ei Arnold! (que eu ainda amo de paixão. Motivo? Helga G. Pataki, minha ídola). Pois é, como podem ver, minha infância foi recheada de tv; ou melhor, de séries. Todas essas séries ajudaram a moldar minha personalidade, meu gosto. 

Helga

Mai alguém aí acha a paixão da Helga pelo Arnold uma coisa meio “O Morro dos Ventos Uivantes”? O.o Sério, eu amo a Helga. Na real, sempre me achei bem parecida com ela…

Depois de grande, passei por uma fase vintage. Olhei compulsivamente Jeannie é um Gênio e, de vez enquanto, A Feiticeira. Logo me apaixonei por Friends (paixão que levo até hoje e comprovo nas minhas noites de insônia). Quando comecei a olhar Friends, a série tinha acabado de terminar. Lembro que a Warner passava todos os dias um episódio. Eles passaram TODA a série na sequência certinha. E eu olhei tudo, sem perder nenhum. Depois eles passaram tudo de novo e, mais uma vez, eu olhei TUDO. Depois comprei todas as temporadas e assisti a cada episódio mais umas 100 vezes ao longo dos anos. Sério, acho que assisti mais Friends do que Chaves. Bah, esqueci de falar de Chaves O.o Bom, acho que nem preciso comentar, né? Toda a criança brasileira que se preze cresceu com o Chaves.

Depois de Friends, meu vício virou Sex And The City. Compramos as 6 temporadas e assistimos cada episódio umas 300 vezes. Sério, eu sei a maioria dos diálogos da série de cor, de tanto que olhei. Há um tempo atrás eu estava gostando bastante de Buffy A Caça Vampiros, mas, sei lá, nunca foi um vício, sabe? Vício mesmo foi o que passei com as próximas duas… A primeira delas: Bones. Bah, que história eu tive com essa série. Eu me viciei de uma forma muuuito louca. Lembro que eu ainda não trabalhava, e não tinha NADA de dinheiro, mas mesmo assim queria muito acompanhar a série (na época a Fox só estava passando a primeira temporada e alguns episódios da segunda). Sim, eu poderia ter baixado tudo e olhado pelo computador. Agora sei disso. Mas, na época, por algum motivo, isso não me passou pela cabeça O.o Por esses tempos, o Submarino fez uma promoção das 5 primeiras temporadas por pouco mais de R$100,00, e eu comprei em 12 vezes! O.o Eu assisti Bones até o último episódio da sexta temporada. Depois fiquei com tanta raiva do jeito que conduziram a história, que parei de assistir.

Bom, quanto a outra viciante (que veio logo depois de Bones): Grey’s Anatomy. Bah, eu assisti 8 temporadas em algumas semanas, e olha que estava trabalhando e estudando um monte na época. Grey´s Anatomy é responsável pela MAIOR crise de choro que já tive na minha vida televisiva. Qual o episódio? Bom, pra tentar não dar nenhum spoiler , digo apenas: George + Izzy + Elevador. Hmm… Será que ficou “entendível”? Bom, prosseguindo… ATUALMENTE, acompanho fervorosamente The Big Bang Theory  e The Walking Dead. Uma série de comédia e outra de terror/ação. No entanto, percebam, me faltava romance, entendem? Me faltava algum outro tipo de emoção. E aí começou minha saga por uma nova série.

Damon e Elena!

Eu tentei várias coisas, The Following, The Mentalist, Dexter, The Middle… E, finalmente, The Vampire Diaries. Gente, estou viciada!!!!!!!! Céus, eu chego a sonhar com o Demon e a Elena (detesto o Stefan). Estou amando a série, amando mesmo. E, agora, estou satisfeita *-* Eu só queria ter forças de olhar apenas um episódio por dia, pra não esgotar meu estoque e chegar ao temível momento de aguardar séculos por novidades, sabe? Mais sei que isso é impossível, porque só ontem eu olhei uns 8 episódios (e olha que cada um tem mais de 40 minutos O.o). Bom, veremos o que o futuro reserva, certo? Um beijo, pessoal! =)

Não fazer nada e Um ótimo livro

Me lembrou tanto o Mogly...

Me lembrou tanto o Mogly…

Olá, pessoal! Como vão todos? Hmm… Nada de comentários, hein? Bom, tudo bem, faz parte. Mas vamosimages ao que importa. Antes de qualquer coisa, deixem-me explicar o porquê do título. Quando digo “não fazer nada”, não me refiro ao fato de ficar deitada olhando para o teto e vendo as horas passar. Na realidade, hoje (dia em que eu não estou fazendo nada) até que está sendo um dia recheado de atividades. Hoje, já trabalhei, comprei um livro, almocei, li umas 150 páginas e visitei vários blogs e sites. Ainda hoje, pretendo jantar fora, ir ao cinema, ver alguns episódios de Vampire Diaries e terminar um ótimo livro que estou lendo.  Então, vejam só, quando digo “não fazer nada”, quero dizer que não estou fazendo nada que realmente precisava fazer, como: leituras e trabalhos para a faculdade. Mas, quer saber, sábados são feitos para isso, certo?


livraria 010Quanto ao ótimo livro que estou lendo: “UMA VIDA INTERROMPIDA: MEMÓRIAS DE UM ANJO ASSASSINADO“, de Alice Sebold. Algum de vocês já viu aquele filme, “Um Olhar do Paraíso”? Pois é, ele é inspirado nesse livro, que é  muuuuuito triste e muuuito bom. São as memórias  póstumas de uma menina que, com apenas 14 anos, foi estuprada, assassinada e esquartejada. A personagem, Susie, conta tanto o momento do ataque e da sua vida antes dele, quanto suas experiências após sua morte, no céu. Ai, o livro é lindo! Ainda não acabei, estou mais ou menos na metade dele, mas estou simplesmente adorando. A escrita é tão fluída, tão simples, tão cheia de emoção… É tudo tão comovente. Sério, foi um grande erro lê-lo durante o trabalho, pois várias vezes queria chorar pela Susie e pela família dela e tinha que me segurar. Bom, deixo a dica pra vocês, mas já aviso desde agora: é bem triste. Mesmo.

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Besteiras

chuva-81Bom dia, povo. E aí, como vai a sexta-feira de todos? A minha vai bem… Mas devo admitir que, hoje, estava com vontade de ter um dia… Perfeito, sabe? Um dia perfeito pra mim seria: acordar bem descansada, estar chovendo (ou nevando, se eu for sonhar alto) lá fora, tomar um belo café da manhã (com direito a chá, chocolate quente, pães de queijo, ovos, mingau, cupcakes e bacon), tomar um banho de banheira enquanto leio um livro bem legal, me vestir com um pijama bem macio, passar creme Victoria Secrets nos pés, assistir vários episódios de Vampire Diaries, me arrumar, sair para almoçar comida japonesa com meu namorado, pegar um cinema, passar na locadora e pegar um filme que nunca vi antes (e que vai ser bom), passar na livraria e comprar um livro que quero ler há muito tempo, ir pra casa, ficar vadiando até à noite, encomendar um pizza metade camarão e matade filé com fritas, assistir ao filme que aluguei, começar a ler o livro que comprei e ir dormir escutando às músicas da rádio Continental. Esse seria meu dia perfeito. Até que é simples, né? Mas é exatamente assim que eu queria *-*

Não sei exatamente porque escrevi tudo isso… Não era bem o que eu tinha em mente hoje de manhã, mas, seguindo minha nova lógica de postagem e de escrita, só vou escrever o que tiver vontade. Sabe… Eu não me importo muito em quase não ter comentários aqui no blog (poucas vezes até hoje pessoas que eu não conheço fizeram comentários legais), mas, às vezes, eu tenho vontade de ter pessoas comentando as coisas que escrevo. Tipo, seria tão legal se, em resposta a esse post, alguém dissesse como seria SEU dia perfeito. Eu sempre tive curiosidade pra saber esse tipo de coisa. Várias vezes me pego olhando para desconhecidos e imaginando o que está passando por suas mentes, como foi a vida deles, como eles imaginam seu futuro, quais são seus sonhos. Mas, paremos com a melancolia. Afinal, com tanta coisa acontecendo no mundo, parece mesmo que ninguém mais tem muito tempo de apenas ficar jogando conversa fiada. Mas uma coisa é certa: eu gosto de jogar conversa fiada… Às vezes acho mais fiada as conversas sérias, sobre política, religião, guerra nuclear e economia, do que as sobre nada em específico. Não que os tópicos citados anteriormente não sejam importantes. Pelo contrário, precisamos deles para viver em sociedade. Mas será que tudo sempre precisa ser tão sério? Bom, acho que eu estou começando a divagar e falar besteiras. Um beijo pessoal, tenham uma ótima sexta-feira e, caso não nos vejamos até segunda, um ótimo final se semana também.

Dos sonhos que a gente tem

Este post vai ser uma confusão, estou sentindo. Por quê? Bom, em primeiríssimo lugar, por um problema de gramática. Eu adoro português, adoro regras de acentuação, vírgulas, crases, conjunções e, claro, parênteses (amo). No entanto, estou com uma dúvida em relação ao título desse post: “gente” está no sentido de “nós”, ou seja, plural. Mas “gente” é uma palavra singular. Nesse caso, coloco acento no “tem”, admitindo que o conceito de “nós” vence o do singular, ou deixo o “tem” sozinho, jogado às traças, apenas porque “gente” não tem um insignificante “s” no fim? Hmm… Eu podia até pesquisar, mas, por algum motivo que desconheço, decidi fazer uma escolha de vida ou morte sem pensar duas vezes: abandonei o “tem”. É, hoje estou me sentindo meio malvada. Não sei exatamente o porquê, afinal, eu dormi bem, o trabalho está tranquilo, nada de errado está acontecendo comigo. No entanto, cá estou eu, braba. E o coitado do “tem” que acabou levando a culpa por isso.

Subitamente, perdi a vontade de falar sobre o que eu queria antes: sonhos. Nem sei exatamente o que eu ia escrever… Londres? Milhões de livros? Um cruzeiro pela Europa? Um cupcake nesse exato momento? Não sei o que exatamente classifica algo como sendo um sonho e não apenas uma meta ou um desejo. Eu sou cheia de desejos e metas: quero comprar dezenas de livros, quero ter um conjunto de chá de porcelana, quero asssitir todos os episódios de “The Vampire Diaries” na sequência, quero uma alpargata, quero deixar o cabelo crescer, quero emagrecer, quero ter as unhas compridas, quero uma coleção completa de materiais escolares do Paul Frank, quero muitas, muitas coisas. Eu desejo muitas coisas. Mas… Sonho? Se o que realmente diferencia um sonho de qualquer outra coisa que queremos é a chance de algo acontecer, ou seja, a dificuldade de algo de fato se concretizar, não tenho tantos sonhos assim. Talvez porque as coisas que eu quero não sejam tão grandiosas, talvez porque eu sou o tipo de pessoa que fico feliz com pequenas coisas (normalmente).

Claro, não quer dizer que eu não tenha sonhos. Sonho em viajar pelo mundo, em passar um boa temporada em Londres, em conseguir colocar no papel tudo que imagino à noite, em ter um Chevette tubarão conversível cor-de-rosa, em poder comprar tudo que quero sem precisar calcular pra ver se vai me faltar dinheiro para pagar alguma conta, em conseguir colocar os fones de ouvido e sair pelas ruas correndo (por horas, como poucas pessoas fazem na vida real e várias fazem no cinema), em assistir ao “Exorcista” sem ficar com medo depois. Tudo isso… Seriam sonhos? 

Nesse caso, se um sonho é um sonho e não um simples desejo apenas por sua complexidade e pela dificuldade que tem de acontecer, o que é um desejo pra mim pode ser um sonho pra alguém? E o que é um sonho pra mim, pode ser uma simples meta para outro? Ou até… Aquilo que quero pode ser exatamente aquilo que alguma pessoa mais tem pavor? Hmm… Caso seja assim, aquelas frases feitas que dizem coisas do tipo: “nunca deixe ninguém diminuir seus sonhos”, “nunca deixe ninguém privá-lo de sonhar”, etc, não se aplicam à realidade. Pois, é bem provável que ninguém tenha as mesmas aspirações que eu. Ou seja, ninguém sabe a importância que algo realmente tem para mim. E se ninguém sabe, posso culpar alguém por não compreender tal importância? Na minha opinião, não.

Não é que no final das contas acabei falando em sonhos, e não só no “tem”? O.o

O BOM, chato e certinho demais PARTIDO

o bom partidoCruzes, estou detestando o livro “O Bom Partido”, da autora Carly Phillips. Eu vi ele no sebo, achei a capa tão gracinha (um policial bonitão e uma noivinha desenhados de forma mega gracinha, dá pra resistir?) e a história tão bonitinha, que tive que comprar. Mas sério, eu esperava uma comédia romântica super normal e bonitinha, daquelas de ler inteira em uma noite. Nossa, eis minha decepção! E sabem o que estraga, ou melhor, acaba, com o livro? Nem é a mocinha modelo metida a joalheira, não é também a história (que até é meio fofinha), não é a irmã escrota da protagonista (mas olha que ela TENTA estragar com o livro), não é nada disso. O grande problema é o mocinho.

Não sei como fui cair na ilusão de achar que ele seria o meu tipo de mocinho de romances favorito: bonito, alto, possessivo, ciumento, rico, ambicioso e meio malvadão (sim, quanto mais clichê melhor). Afinal, o título do livro já é “O Bom Partido”, então é óbvio que o protagonista não vai ser um controlador atormentado com um passado sombrio, né?? Tinha mesmo que ser um cara: bom filho, bom irmão, bom amigo, policial bonzinho, respeitador, sensível e muuito certinho (do tipo que quando jovem aceita casar com uma amiga que foi abandonada pelo cara que a engravidou).

Sério, eu já li metade dessa birosca e ainda não consigo entender COMO a autora pode gostar desse tipo de personagem? Sério, como qualquer pessoa pode se apaixonar por um personagem tão correto, tão amável? Não estamos falando da vida real, onde esse tipo de cara é de fato um sonho (afinal, quem quer realmente se envolver num turbilhão de paixão, ódio e ciúmes e sair do outro lado aos pedaços?), mas estamos falando de um romance literário, ora bolas!!!!

Divisor de águas

Olá a você, querido leitor, que, nesse momento, está gastando seu precioso tempo para “me escutar”. Se você já entrou no Xis Sem Maionese alguma vez, sabe que, no último ano, minhas postagens têm sido bem pouco frequentes. Motivos para isso não faltam. Quando comecei o blog, estava numa fase totalmente diferente da minha vida. Eu ainda não trabalhava, não tinha ideia do que fazer da vida e passava meus dias vendo filmes. 

Ano passado foi um ano de muitas mudanças pra mim. Um ano ótimo, onde eu pude me descobrir. Eu trabalhei em vários lugares até achar o emprego certo pra mim, fiz vários cursos que nunca vou usar na vida, descobri o rumo certo a seguir. Claro, nem tudo são flores. Graças a tamanhas descobertas, meio que abandonei o Xis Sem Maionese, que, durante bastante tempo, nunca ficava sem postagens. Durante vários meses fiquei fazendo posts esporádicos com alguma coisinha e promessas de que voltaria a escrever com frequência. Antes eu não sabia, mas agora sei que, o grande problema, não era a falta de tempo, mas, sim, a falta de inspiração.

No começo, eu escrevia  sobre cinema. Não parei de ver filmes, mas parei de ter a compulsão que eu tinha por estar a par de tudo relacionado a Hollywood. Simplesmente isso não é mais tão importante pra mim. No último ano, tenho olhado filmes por olhar, por entretenimento, por curiosidade, mas não tenho tido vontade de resenhar sobre eles. Eu tenho lido muito, muito menos. No último ano li mais de 50 livros e, pra minha surpresa, não tive vontade de comentar com ninguém sobre eles. É como se minhas impressões sobre literatura e cinema tivessem se tornado muito… Particulares. Entende? 

Eu espero não terminar com o blog, gosto dele. Aqui, estão registradas várias facetas minhas, ou melhor, várias de minhas fases, tanto as boas, como considero a atual, quanto as ruins. Espero também não parar de escrever, mesmo que esporadicamente, sobre livros e filmes de que gostei, mas, tenho a impressão de que vai demorar para eu voltar a pegar o ritmo, e ter a vontade, de me expressar sobre isso da forma que eu costumava fazer. Ultimamente tenho tido muito tempo para pensar e, nesse tempo, sinto vontade de escrever longos textos sobre coisas variadas: uma música, alguma cena de um filme pouco conhecido, uma frase de algum livro que gostei bastante… Não resenhas, sabe? Apenas considerações banais sobre algo que me aconteceu. 

Acho que, dessa maneira, mais descontraída, é que levarei o blog daqui pra frente. Quando quiser falar sobre um filme, falarei apenas o que tiver vontade, nem que seja sobre uma cena de um minuto ou sobre algum figurante que me chamou atenção. Quando falar sobre algum livro, caso tenha vontade, falarei apenas sobre a capa dele, que me chamou atenção, ou sobre alguma frase tocante. Chega de tentar fazer as coisas completinhas e, por isso, acabar não fazendo nada. A partir de agora farei de meus posts um reflexo da minha personalidade e, mais importante, das minhas vontades, sejam elas quais forem. 

Se alguém, seja quem for, chegou até o final do texto: obrigada, mesmo. Caso tenha compreendido o que aqui falei, por favor, sinta-se a vontade para voltar mais vezes e me acompanhar nessa nova fase a qual estou adentrando, a fase do “liguei o foda-se e vou escrever qualquer merda que quiser de agora em diante”. Um beijo e um abraço, e até o próximo post!